Ele,
Resultado: ele iria aplicar uma multa de cento e poucos dólares por "estar dirigindo no celular" e uma outra altíssima por estar dirigindo sem a carta internacional (ou traduzida), além de (agora que vem o pior) apreender o veículo por 30 dias, pelos quais ele continuaria pagando a locação.
Nem preciso dizer que ele ficou branco. Tentou argumentar, mas o policial estava irredutível, disse que ele não era turista, era residente temporário (estava com o visto de estudante) e, nessa condição, não poderia dirigir sem uma carta traduzida.
No fim, ele acabou fazendo muitas perguntas do tipo por que estavam aqui, por que escolheram o Canadá, como fizeram pra dar entrada na imigração, quais os critérios de seleção e coisa e tal, e acho que meu amigo agradou nas respostas porque ele acabou deixando passar. Disse que tinha 2 opções:
A) apreender o carro por 30 dias e aplicar as multas;
ou
B) esquecer que isso aconteceu, mas meu amigo tinha de providenciar uma carta traduzida urgentemente.
Ficaram com a B, claro.
Ufa...ainda bem que eu fiz a minha! (leia mais aqui). Se bem que eu só ando de bixi, né?! :P
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| "Mon beau sapin" Mylène Rigaudie, ed. Casterman |
*IMPORTANTE: Segundo a página do Saaq, a carta não é obrigatória (contribuição do Sandro). Vale ter essa página à mão pra poder argumentar com o guarda num caso desses.
